segunda-feira, 6 de julho de 2009

Tradição


Sabe o post com uma foto de um noivado em que disse “em breve  o casamento...”
Então, aqui vai a historinha de um casamento que aconteceu long time ago, mais precisamente, em 1974.
O bacana, e o mais importante das fotos, que particularmente acho lindas, e tudo o que eu vou contar, penso que é a tradição.
Hoje a gente quer (e tem que) inovar, fazer coisas que remetem a nossa história pessoal, ao nosso tempo, nos diferenciar... enfim, colocar nossa assinatura em tudo o que fazemos para nos destacar.
Porém, não podemos nos esquecer que algumas coisas tem que ser atemporais, para um dia olharmos par trás e nos identificarmos com tudo aquilo que ficou registrado.
E é ai que entra a tradição, uma coisa que se firma no tempo veiculando valores que são reconhecidos now and ever...
Os noivos casaram com 20 e 24 anos respectivamente... coisa super comum para a época.
Depois de se conhecerem por uns 3 ou 4 anos, eles começaram a namorar, e depois de um ano, o noivado!
Como manda a tradição, o noivo foi conversar com ao pai da noiva. Benção concedida, champagne para comemorar!
Dias depois, foi feito um jantar devidamente preparado na casa dos pais da noiva, unindo a família dos dois lados. Essa é a cena da foto do outro post.
O noivo presenteou a noiva com um solitário. Hoje em dia muitos noivinhos também andam presenteando as noivas com uma aliança de brilhantes. Viram o post Happiness?
O casamento civil foi celebrado com uma recepção na casa dos pais do noivo, com família, padrinhos e amigos mais íntimos. Olha que fofo a foto dos noivos felizes assinando o livro.

Já a cerimônia religiosa foi realizada na Igreja São José. Atenção ao convite, atemporal, igualzinho aos convites tradicionais que fazemos hoje em dia.

A noiva, que usava um vestido inspirado num modelo YSL,  confeccionada pela Dona Georgina, costureira que fazia os vestidos para sua mãe, surpreendeu o noivo no memento de troca das alianças com uma musica especialmente escolhida para o momento: “Close To You”.
De lá seguiram para a recepção na casa dos pais dela. Tudo preparado pela “casamenteira” da época, Vera Monti. A noiva conta que, entretidos com tantas mudanças na vida, foi muito bom contar com alguém para cuidar de tudo para eles.Depois das comemorações, os noivos seguiram em Lua de Mel para o México e depois para os EUA, onde o casal ficou morando por 2 anos para terminarem os estudos...

Hoje, contam que as lembranças boas, assim como as tradições que lhes foram passadas são as que permanecem.

1 comentários:

  1. Adorei Mô!
    Porque somos o que somos pelas tradições, não é? Às vezes esquecemos um pouquinho, mas elas estão sempre presentes dentro da gente! Adoro! rs Ser contenporâneos é bacana, mas não devemos esquecer de onde viemos.
    Estou adorando os posts e as fotos então... Aff... Incríveis. Parabéns!
    Beijão,
    Marina
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